IGREJA ESPÍRITA CRISTÃ DE SÃO MIGUEL ARCANJO

IGREJA ESPÍRITA CRISTÃ DE SÃO MIGUEL ARCANJO
SEMEAR E DIFUNDIR A UMBANDA BRANCA INDÍGENA (UMBANDA DE CABOCLOS). PRESTAMOS ATENDIMENTO ESPIRITUAL, TOTALMENTE GRATUÍTO. A CARIDADE É A FORÇA DE NOSSA FÉ. NOSSO HORÁRIO DE TRABALHO É: AOS SÁBADOS DAS 19:00 ÀS 22:00HS. ENDEREÇO: RUA PEDRANÓPOLIS Nº 1313, VILA DIRCE (PRÓXIMO AO CDHU), CARAPICUÍBA, SÃO PAULO - BRASIL. PENSAMENTOS DE UM ALAGOANO, SEGUNDO NOSSO MENTOR ESPIRITUAL: DR. JOSÉ APARECIDO DA SILVA (VULGO: ZÉ PILINTRA D0 BORÉO): O QUE ESTÁ ACONTENCENDO COM A VERDADEIRA UMBANDA INDÍGENA BRASILEIRA. SABE-SE, QUE A NOSSA UMBANDA COM O PASSAR DOS SÉCULOS, SOFREU MUITAS ALTERAÇÕES NOS SEUS RITUAIS E CREDOS, CONTUDO A RAIZ DE NOSSA RELIGIÃO, POIS ESTA SIM É UMA RELIGIÃO EXCLUSIVAMENTE BRASILEIRA, TAMBÉM SE PERDEU. HOJE ENCONTRAM-SE ADEPTOS QUE ACREDITAM QUE NOSSA RELIGIÃO TEVE SUA ORIGEM NO CANDOMBLÉ, ENTRE OUTROS ABSURDOS. NÃO TEMOS NADA CONTRA O CANDOMBLÉ, O RESPEITAMOS, COMO TAMBÉM RESPEITAMOS TODAS AS DEMAIS RELIGIÕES, OS RESPEITAMOS COMO NOSSOS IRMÃOS, FILHOS DO MESMO DEUS. CONTUDO ISTO NÃO IMPLICA EM ACEITARMOS PENSAMENTOS ERRÔNEOS COMO ESTE ACIMA MENCIONADO. A UMBANDA JÁ ERA PRATICADA PELOS ÍNDIOS QUE HABITAVAM NOSSO PAÍS, SÉCULOS ANTES DA CHEGADA DE CABRAL, BEM COMO OS NEGROS JÁ PRATICAVAM O SEU CANDOMBLÉ NAS PLAGAS AFRICANAS, BEM ANTES DA CHEGADA DOS POVOS BRANCOS, SENDO ASSIM ENTENDEMOS ESTAS POR DUAS RELIGIÕES DISTINTAS DENTRO DO CAMPO ESPIRITUAL, CADA UMA COM SUA ORIGEM, CREDOS E DOGMAS DIFERENTES, NÃO PODENDO NUNCA SEREM CONFUNDIDAS COM UM SÓ. QUEM ESQUECE OU DESCONHECE SUAS PRÓPRIAS RAÍZES, SEU PASSADO, NÃO PODE CAMINHAR NUM FUTURO PRÓSPERO, A INFORMAÇÃO CORRETA É A CHAVE DA EVOLUÇÃO MATERIAL E ESPIRITUAL, CABE A CADA UM BUSCAR A SUA.............A VERDADE NÃO É PROPRIEDADE DE ALGUÉM, CABE CADA UM BUSCAR A SUA.........

sábado, 18 de junho de 2011

São João Batista


O Batismo de Cristo, quadro dos artistas Andrea del Verrocchio e Leonardo da Vinci que mostra São João Batista batizando Jesus Cristo.  

João Batista (AO 1945: Baptista) (Judéia, 2 a.C. - 27 d.C.) foi um pregador judeu, do início do século I, citado pelo historiador Flávio Josefo e os autores dos quatro Evangelhos da Bíblia. Segundo a narração do Evangelho de São Lucas, João Baptista era filho do sacerdote Zacarias e Isabel (ou Elizabete), prima de Maria, mãe de Jesus. Foi profeta e considerado pelos cristãos como o precursor do prometido Messias, Jesus Cristo. Batismo muitos judeus, incluindo Jesus, no rio Jordão, e introduziu o batismo de gentios nos rituais de conversão judaicos, que mais tarde foram adotados pelo cristianismo.

História e biografia

Infância e educação

João nasceu numa pequena aldeia chamada Aim Karim, a cerca de seis quilômetros lineares de distância a oeste de Jerusalém. Segundo interpretações do Evangelho de Lucas, era um nazireu de nascimento. Outros documentos defendem que pertencia à facção nazarita da Palestina, integrando-a na puberdade, era considerado, por muitos, um homem consagrado. De acordo com a cronologia neste artigo, João teria nascido no ano 7 a.C.; os historiadores religiosos tendem a aproximar esta data do ano 1º, apontando-a para 2 a.C.. Como era prática ritual entre os judeus, o seu pai Zacarias teria procedido à cerimônia da circuncisão, ao oitavo dia de vida do menino. A sua educação foi grandemente influenciada pelas ações religiosas e pela vida no templo, uma vez que o seu pai era um sacerdote e a sua mãe pertencia a uma sociedade chamada "as filhas de Araão", as quais cumpriam com determinados procedimentos importantes na sociedade religiosa da altura. Aos 6 anos de idade, de acordo com a educação sistemática judaica, todos os meninos deveriam iniciar a sua aprendizagem "escolar". Em Judá não existia uma escola, pelo que terá sido o seu pai e a sua mãe a ensiná-lo a ler e a escrever, e a instruí-lo nas atividades regulares. Aos 14 anos há uma mudança no ensino. Os meninos, graduados nas escolas da sinagoga, iniciam um novo ciclo na sua educação. Como não existia uma escola em Judá, os seus pais terão decidido levar João a Engedi (atual Qumram) com o fito de este ser iniciado na educação nazarita. João terá efetuado os votos de nazarita que incluíam abster-se de bebidas intoxicantes, o deixar o cabelo crescer, e o não tocar nos mortos. As ofertas que faziam parte do ritual foram entregues em frente ao templo de Jerusalém como caracterizava o ritual. Engedi era a sede ao sul da irmandade nazarita, situava-se perto do Mar Morto e era liderada por um homem, reconhecido, de nome Ebner.

Morte dos pais e início da vida adulta

O pai de João, Zacarias, terá morrido no ano 12 d.C.. João teria 18-19 anos de idade, e terá sido um esforço manter o seu voto de não tocar nos mortos. Com a morte do seu pai, Isabel ficaria dependente de João para o seu sustento. Era normal ser o filho mais velho a sustentar a família com a morte do pai. João seria filho único. Para se poder manter próximo de Engedi e ajudar a sua mãe, eles terão se mudado, de Judá para Hebrom (o deserto da Judéia). Ali João terá iniciado uma vida de pastor, juntando-se às dezenas de grupos ascetas que deambulavam por aquela região, e que se juntavam amigavelmente e conviviam com os nazaritas de Engedi. Isabel terá morrido no ano 22 d.C. e foi sepultada em Hebrom. João ofereceu todos os seus bens de família à irmandade nazarita e aliviou-se de todas as responsabilidades sociais, iniciando a sua preparação para aquele que se tornou um “objetivos de vida” - pregar aos gentios e admoestar os judeus, anunciando a proximidade de um “Messias” que estabeleceria o “Reino do Céu”. De acordo com um médico da Antioquia, que residia em Písia, de nome Lucas, João terá iniciado o seu trabalho de pregador no 15º ano do reinado de Tibério. Lucas foi um discípulo de Paulo, e morreu em 90. A sua herança escrita, narrada no "Evangelho segundo São Lucas" e "Atos dos Apóstolos" foram compiladas em acordo com os seus apontamentos dos conhecimentos de Paulo e de algumas testemunhas que ele considerou. Este 15º ano do reinado de Tibério César terá marcado, então, o início da pregação pública de João e a sua angariação de discípulos por toda a Judéia em acordo com o Novo Testamento. Esta data choca com os acontecimentos cronológicos. O ano 15 do reinado de Tibério ocorreu no ano 29 d.C.. Nesta data, quer João Baptista, quer Jesus teriam provavelmente 36 a 37 anos de idade. Uma possibilidade surge:
  • Lucas errou na datação dos acontecimentos;

Influência religiosa

É perspectiva comum que a principal influência na vida de João terá sido o registro que lhe chegaram sobre o profeta Elias. Mesmo a sua forma de vestir com peles de animais e o seu método de exortação nos seus discursos públicos, demonstravam uma admiração pelos métodos antepassados do profeta Elias. Foi muitas vezes chamado de “encarnação de Elias” e o Novo Testamento, pelas palavras de Lucas, refere mesmo que existia uma incidência do Espírito de Elias nas ações de João. O Discurso principal de João era a respeito da vinda do Messias. Grandemente esperado por todos os judeus, o Messias era a fonte de toda as esperanças deste povo em restaurar a sua dignidade como nação independente. Os judeus defendiam a idéia da sua nacionalidade ter iniciado com Abraão, e que esta atingiria o seu ponto culminar com achegada do Messias. João advertia os judeus e convertia gentios, e isto tornou-o amado por uns e desprezado por outros. Importante notar que João não introduziu o batismo no conceito judaico, este já era uma cerimônia praticada. A inovação de João terá sido a abertura da cerimônia à conversão dos gentios, causando assim muita polêmica. Numa pequena aldeia de nome “Adão” João pregou a respeito “daquele que viria”, do qual não seria digno nem de apertar as alpacas (as correias das sandálias). Nessa aldeia também, João acusou Herodes e repreendeu-o no seu discurso, por este ter uma ligação com a sua cunhada Herodíades, que era mulher de Filipe, rei da Ituréia e Traconites (irmão de Herodes Antipas I). Esta acusação pública chegou aos ouvidos do tetrarca e valeu-lhe a prisão e a pena capital por decapitação alguns meses mais tarde.

O batismo de Jesus

Pessoalmente para João, o batismo de Jesus terá sido o seu auge experiencial. João terá ficado admirado por Jesus se ter proposto para o batismo. Esta experiência motivou a sua fé e o seu ministério adiante. João batizava em Pela, quando Jesus se aproximou, na margem do rio Jordão. A síntese bíblica do acontecimento é resumida, mas denota alguns fatores fundamentais no sentimento da experiência de João. Nesta altura João encontrava-se no auge das suas pregações. Teria já entre 25 a 30 discípulos e batizava judeus e gentios arrependidos. Neste tempo os judeus acreditavam que Deus castigava não só os iníquos, mas as suas gerações descendentes. Eles acreditavam que apenas um judeu poderia ser o culpado do castigo de toda a nação. O batismo para muitos dos judeus não era o resultado de um arrependimento pessoal. O trabalho de João progredia. Os relatos Bíblicos contam a história da voz que se ouviu, quando João batizou Jesus, dizendo “este é o Meu filho amado no qual ponho toda a minha complacência”. Refere que uma pomba esvoaçou sobre os dois personagens dentro do rio, e relacionam essa ave com uma manifestação do Espírito Santo. Este acontecimento sem qualquer repetição histórica tem servido por base a imensas doutrinas religiosas.

Prisão e morte

O aprisionamento de João ocorreu na Pereia, a mando do Rei Herodes Antipas I no 6º mês do ano 26 d.C.. Ele foi levado para a fortaleza de Macaeros (Maqueronte), onde foi mantido por dez meses até ao dia de sua morte. O motivo desse aprisionamento apontava para a liderança de uma revolução. Herodes, por intermédio de sua filha, conseguiu coagir o Rei na morte de João, e a sua cabeça foi-lhe entregue numa bandeja de prata e depois foi queimado em uma fogueira numa das festas palacianas de Herodes. Os discípulos de João trataram do sepultamento do seu corpo e de anunciar a sua morte ao seu primo Jesus.

Importância para a religião

Cristianismo

Flávio Josefo um historiador do século I relacionou a derrota do exercito de Herodes frente a Aretas IV (Rei da Nabateia) se deveria ao fato da prisão e morte de João Baptista – um homem consagrado que pregava a purificação pelo Batismo.
Flávio Josefo refere também que o povo se reunia em grande número para ouvir João Baptista, e Herodes temeu que João pudesse liderar uma rebelião, mandando-o prender na prisão de Maqueronte e de seguida matou-o.

Outras religiões

Espiritismo(Allan Kardec)

Para os Espíritas Kardecistas é evidente que Elias Reencarnou como João Batista na passagem Bíblica: (S. Mateus 17: 10 a 13) (Apos a transfiguração.) E os seus discípulos o interrogaram, dizendo: Por que dizem então os escribas que é mister que Elias venha primeiro? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Em verdade Elias virá primeiro, e restaurará todas as coisas; Mas digo-vos que Elias já veio, e não o conheceram, mas fizeram-lhe tudo o que quiseram. Assim farão eles também padecer o Filho do homem. Então entenderam os discípulos que lhes falara de João Batista.

São João Batista no Mandeísmo

João Baptista é venerado como messias pelo mandeísmo. João Baptista é também considerado pelos muçulmanos como um dos grandes profetas do Islão.

São João Batista na Umbanda

Nesta religião ameríndio-brasileira, este Santo é considerado como uma das manifestações dos Orixás, fazendo parte de seu Panteão Divino, algumas doutrinas de Umbanda, o sincretizam com Xangô, outras o têm como responsável por um agrupamento de espíritos que trabalha com a saúde e o conhecimento, chamada de Linha do Oriente, por congregar além de médicos e cientistas, hindus, muçulmanos e outros povos. Para nós, assim como Jesus Cristo, ele está no Trono Patronal, sendo assim um dos Patronos da Umbanda, junto com São Miguel Arcanjo.

São João Batista no Islamismo

São João Batista também é reverenciado pelos muçulmanos como sendo um dos seus profetas.

São João Batista no Espiritismo

No espiritismo, a volta de Elias como João Batista é interpretada como sendo através da reencarnação; a decapitação de João Batista sendo uma espécie de punição (comparada ao que outros por outros segmentos de filosofia espiritualista chamariam de karma) por ele ter, como Elias, massacrado os profetas de Baal.


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